O (meu) teu luar

Nem no verão o frio dos lençóis desaparece. Que a sensação de solidão se abate. Não! E é assim, logo pela manhã, que olho para o meu lado. Aquele em que costumavas dormir, sabes? Que costumavas olhar-me, pela manhã, quando o meu cabelo ainda estava todo espetado e o teu numa autêntica confusão, e que me … Continue a ler O (meu) teu luar

Malas

Aquilo que precisam de saber de mim é que adoro fazer malas. Acho giro. Talvez não o gosto que muitos estão a pensar. Refiro-me mesmo ao ato em si. O de fazer uma mala. De abrir o armário e escolheremos a roupa que nos vai cobrir por alguns dias de viagem… A questão é que, … Continue a ler Malas

Stupid In Love – “Estúpida a Amar”

Boa noite 🙂 como estão? Vai muito tempo, eu sei! A verdade é que entre escrever relatórios de estágio, e algo ficcional, pouco tempo fico para conseguir, após isso, ter inspiração. Todavia, no mês passado algo que há¡ muito tempo fazer, acabou por se concretizar. Mas o que é isso? Pois bem... já te imaginaste … Continue a ler Stupid In Love – “Estúpida a Amar”

Agitando o Pelo

A luz do carro ofuscou-me por completo ao atravessar a estrada. Lembrei-me logo do natal, de quando eu, em mais pequeno, ficava vidrado com as luzes da gigante árvore de natal que era montada lá em casa. O carro buzinou, fazendo-me sair apressadamente do meio da estrada. A noite estava novamente fria e o som … Continue a ler Agitando o Pelo

“Bancada”

Estava felicíssimo. Estava radiante! Como se todos os meus problemas tivessem desvanecido. Mas então vi-te!Vi-te abatida.Vi-te caminhares até à bancada e apoiares o teu corpo fragilizado sobre os azulejos que quase podia jurar terem-se tornado vermelhos com tamanha dor.As tuas pernas fraquejaram..., não aguentavam! Foi aí que apareci. Foi aí que te agarrei.Rodei-te com os … Continue a ler “Bancada”

“Óculos de Sol”

Sinto-me sozinho. Sinto-me abandonado. Sinto-me… perdido… Sim! Perdido… Perdido em mim. Perdido nas crenças, nos pensamentos, nas pessoas, no mundo. Tento levantar os olhos. Eu tento!, mas os meus olhos já não estão mais brilhantes. Já não estão iluminados com a luz que outrora existiu. Não! Eles estão cobertos com a escuridão que invadiu o … Continue a ler “Óculos de Sol”

Gotas da Vida

Todos os dias olho pela janela, desejando estar aí fora… contigo. Desejando poder sentir as gotas de água caírem-me na cara e com elas, lavar todo o meu ser: diluir as minhas mágoas… as minhas tristezas… as minhas desilusões. Fecho os olhos. Estou aí contigo. Sinto-te! Sinto que não estou sozinho. Sinto que estou acompanhado… … Continue a ler Gotas da Vida

A Caixa da Vida

É geralmente durante a noite… quando o frio me invade e tenho apenas como companhia a escuridão… uma escuridão que, aliada ao meu ser, me faz fechar os olhos e abrir a caixa das recordações. Abro a caixa, abro a caixa com bastante cuidado. Não porque tenho medo, mas sim porque o que guardo lá … Continue a ler A Caixa da Vida

“A MÚSICA TOCA, O ARTISTA CANTA, E O SENTIMENTO INSTALA-SE”

A música toca, o artista canta, e o sentimento instala-se. É assim, não é? É sempre assim. Aquela palavra que nos toca, que toca na nossa ferida de uma maneira tão violenta… tão intensa… de uma maneira tão fria. Faz-nos pensar que não estamos verdadeiramente bem. Faz-nos sentir que… faz-nos sentir magoados. Que, afinal de … Continue a ler “A MÚSICA TOCA, O ARTISTA CANTA, E O SENTIMENTO INSTALA-SE”