O Direito a Brincar

São muitas as vezes que me dou conta de pensar nisto, sendo que em cada uma delas, surge-me sempre uma grande revolta. Por isso, hoje, no Dia Internacional dos Direitos das Crianças, achei por bem desabafar com vocês todo o turbilhão que vai dentro de mim.

Nos dias de hoje assisto a uma sociedade crítica. Que não consegue reagir em concordância quando outros dão a sua opinião. E é certo que estamos numa sociedade de direito democrático, mas quando as opiniões que se manifestam nas redes sociais e que depois transgridem para a vida corrente não são fundamentadas, críticas ou mesmo construtivas, parte de mim quebra-se. Quando o assunto são as nossas crianças, a juventude, ainda mais.

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Outubro

DSCPDC_0003_BURST20181001165059096_COVERE chegou mais um mês de 31 dias em que, apesar das 24 horas a mais, parece que o tempo continuará a não chegar!

E é a verdade! Neste mês de setembro dei por mim a dividir as minhas 24 horas entre leituras, tempo no blog, projetos próprios dos quais não vos posso ainda falar, bem como voluntariado, uma Sociedade que surgiu e que irei falar dela quando for oportuno, e uma tese! Sim, leram bem: uma tese!

Provavelmente muitos vão achar algo super banal, ou esperado para um mestrado. Contudo, quando me inscrevi no Instituto de Serviço Social do Porto, tive sempre em mente realizar no último ano, um estágio. E porquê? Porque o mercado de trabalho o parece exigir. E não só ele, mas eu também.

Quando saímos da licenciatura temos sempre todos os sonhos do mundo. Que vai ser tudo fácil, rápido. Que iremos encontrar logo um bom emprego, que conseguiremos sair da casa dos nossos pais para, anos mais tarde, termos já a nossa família composta. Pronta para qualquer aventura que esteja ao virar da esquina. Todavia, se existe curso que nos prepara para a realidade da nossa sociedade e nos ajuda a refletir sobre a mesma, é a licenciatura de Serviço Social, assim como o mestrado em que estou.

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Aquele desabafo preciso – Crónica 6ª

Bem voltei! Aqui estou eu para alegrar novamente o vosso dia e, já que estamos a falar de alegrar o dia, vamos falar deste tempo miserável que parece não ter fim vamos? Nope…. Esqueçam isso e vamos é ao que interessa. Hoje em vez de falar do amorzinho e da alegria e blá blá, quero falar sobre algo que todos sabem que defendo: a igualdade de direitos. Sim, pode não parecer mas sou e sempre serei defensor dos direitos humanos e dos direitos à igualdade! Quer estes direitos sejam direcionados às ideias baseadas da heteronormatividade, os ideais da comunidade LGBT+, … Continuar a ler Aquele desabafo preciso – Crónica 6ª

Diz-me: conseguias? – Crónica 4ª

Sabem o que eu ainda não consegui entender? Como é que após várias oportunidades de falar, de mostrar que as coisas mudaram, de simplesmente tentar mostrar que tudo está diferente, as pessoas continuam a fazer exatamente o oposto? Será que … Continuar a ler Diz-me: conseguias? – Crónica 4ª