Aquelas pequenas diferenças que não deviam existir… – Crónica 10ª

Ora aqui estamos nós novamente, não é verdade? Prontos para mais uma crónica desta pessoa maravilhosa? Antes demais, quero pedir desculpa já se acabo por ofender alguém ou isso mas acho que tendo em conta que a liberdade de expressão é algo bem presente na sociedade hoje em dia, há que aproveitar não é?

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Venom!

7f6b8d288c124a6a4bf086439ca7685ac816ad3aQuando ontem me sentei na sala IMAX do Mar Shopping Matosinhos, sofria de ansiedade. Ansiedade não só por ir, finalmente, (a) ver o filme que tanto ansiara ver desde que fora anunciado, (b) voltar a encontrar uma das personagens que mais amei no Homem-Aranha 3, e (c) por último, pelas críticas negativas que andavam a circular na internet. Muitas críticas negativas!

Assim, e após conversar com o Ricardo, que vai sempre comigo, sobre estes tópicos, o filme começou. E meu Deus! Como as opiniões em nada, de nada, fazem jus ao filme! 

Em primeiro lugar, o começo do filme estabelece e bem, todo o seu tom. É negro, dramático, com aquele tom de ficção científica certo que molda para um filma de anti-herói que não estamos acostumados a ver. Tenho incluvé de partilhar de como a banda sonora me lembrou os primeiros Homem-Aranha! A ideia que estamos a ver um filme feito em associação com a MARVEL também lá está, é certo. Mas se os filmes produzidos pelo próprio estúdio acabam por ter um tom mais ligeiro, por mais dramático que sejam (como o caso dos últimos Vingadores), o facto de ser um outro estúdio a trabalhar sobre o amplo material da personagem, abre todo um outro leque de oportunidades.

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Crítica “Ao Fechar a Porta” de B.A. Paris

250xBelo. Credível. Arrepiante. Surreal.

É assim que classifico este thriller de estreia daquela que é já das minhas autoras favoritas. Nunca foi tão fácil de amar uma personagem e, no seu ponto mais extremo, odiar outra. A história é bem construída, com picos de adrenalina psicológica sem igual.

A narrativa, e como não poderia deixar de mencionar, a escrita, é leve, detalhada e muito, muito humana. Sem este último ponto, seria sem dúvida difícil deixarmo-nos apaixonar pela história que nos é contada.

A escrita não é assim arrastada, nem como a forma como a autora escolheu contar a mesma. Ao invés, estamos sempre em contacto com o que é o Presente e o Passado das personagens e do que levou àquela situação. Aliado a este factor, está o facto de que no final da história, é o Passado que nos conta as ações Presentes.

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Crítica “Without Merit” de Colleen Hoover

33280872Não sei realmente o porquê das classificações baixas sobre este livro. Muitas das razões apontam o livro anterior como referência de muitos leitores . Talvez por ser Assistente Social e ter uma perspetiva diferente me ajude nesta crítica, mas não posso negar o quão bem o livro está construído.

Falando da depressão, a Colleen conseguiu construir toda uma família e dinâmica familiar que nos faz ou rir, ou chorar ou revoltar face a tamanhas diferenças e segredos. Família esta que molda de uma forma realista aquilo que são as personalidades únicas de cada personagem.
Confesso que esperava uma história completamente diferente. Estava sempre à espera das cenas quentes características da autora ou dos romances de tirar o fôlego. Mas este livro é um romance. Mas um romance que retrata o amor próprio. O importante em nos amarmos para amarmos os outros. Quer sejam estes a nossa família, ou interesses amorosos.

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Crítica “O Pacto” de Michelle Richmond

Sempre fiquei entusiasmado por ter este livro na minha lista de livros para ler. Guardava-o preciosamente porque, pela premissa de que tinha, acreditava ter tudo para me deixar de queixo caído. Infelizmente…, tal não aconteceu. Não me interpretem mal: a escrita, é incrível. Assim como os diversos detalhes que dão vida a cada uma das personagens. O destaque dado e a pesquisa feita pela autora sobre o casamento é também notória, dando-nos factos interessantes e que vão de acordo à profissão de psicoterapêutico do protagonista. As primeiras páginas, prenderam-me imediatamente. Todavia, se este livro, e todo o marketing a ele … Continuar a ler Crítica “O Pacto” de Michelle Richmond

Review d´a Sofia World

Olá leitores, hoje trago-vos a opinião da Sofia Costa Lima, que publicou no seu blog. Deixo-vos um bocadinho para que a possam descobrir tudo no seu espaço. Antes disso, quero agradecer pela atenção, tempo e pela escolha de como fazer a review, que mantém o suspense. Obrigado Sofia, beijinhos. A primeira coisa em que pensei quando li a sinopse de Esquecido foi: como é que seria perder a memória dos últimos quatro anos? Isto porque essa é a premissa do mais recente livro do Diogo Simões: Duarte tem um acidente de carro e, quando acorda, perdeu a memória dos últimos quatro anos, pelo … Continuar a ler Review d´a Sofia World