Feliz, é também ser infeliz…

Hoje recebi um telefonema de uma amiga de Mestrado, e qual a minha surpresa, em perceber que estamos praticamente todos a passar pelo mesmo. Quer seja eu, ela, ou outros colegas que se apercebem cada vez mais da tonelada de trabalhos que temos pela frente. Aí, ela perguntou-se a si própria “Quem sou eu?”. Uma pergunta tão simples, mas de resposta tão complexa, que poderíamos ter ficado a filosofar o dia todo, não houvesse vida para viver fora dessa chamada telefónica. Mas, realmente, quem sou eu? É normal sentir-me tão ciente de mim, como perdido? Como que olhando para a vista … Continuar a ler Feliz, é também ser infeliz…