Capitã MARVEL – O 1º Filme da MARVEL protagonizado por uma mulher

Estamos em março, no mês do dia da mulher. Num mês igualmente sombrio pelo acentuar de notícias sobre a violência doméstica sobre mulheres, com contornos bizarros a serem postos a público a cada notícia. Este é um tema do qual me tenho debruçado imenso. Que me tem acompanhado desde a licenciatura até o agora. Parece que nada mudou, que só piorou, é certo. Porém, pequenas mudanças vão acontecendo. Mudanças que acredito que ajudam a dar o protagonismo que a Mulher merece por tudo aquilo que consegue.

Peço desculpa, desde já, por estar a tocar em assuntos sensíveis e estar a compará-los com um filme. Mas, sendo sincero, acho que é preciso. Especialmente porque ainda há países onde as mulheres vivem sem direitos, com medo, com salários desiguais “ou simplesmente” com receio de serem mulheres por meio das suas oportunidades e segurança. Uma vez que somente 10% dos filmes da Marvel reproduziram cenas com mulheres, a importância deste filme (assim como todos os outros que se têm feito), assumem papéis importantes naquilo que é o consumo do audiovisual e que se pode traduzir para eventos de cultura POP e ajudar na desmistificação de muitas questões ligadas às desigualdades sociais existentes entre sexos. Como a Capitã Marvel saiu na quarta, era mais que justificado pegar nele. Contudo, o título em si é já traiçoeiro. E porquê? Porque em Portugal achou-se por bem traduzir Captain Marvel para Capitão Marvel. Pessoalmente, não acho correto. Não só se demonstra um desconhecimento da língua inglesa – que não atribui género – como é desrespeitador para o tema do filme e para o paradigma cultura que pretende transformar.

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Alita: Como é este anjo de combate?

Regresso a Leiria é, muitas das vezes, sinónimo de ir ao cinema matar saudades do segundo maior ecrã do país, o CINEMAX, que fica atrás do IMAX, disponível somente no Porto, Lisboa e Faro. Desta forma, e sendo que não houve grandes estreias nestes dois primeiros meses, o único filme que restava era Alita!

Quando comecei a ver os primeiros trailers, talvez para agosto do ano passado, o meu pensamento era: ou este filme será muito bom, ou será um autêntico fracasso. E estava mais apontado para o último ponto, e nem o nome de James Cameron (Titanic e Avatar) me convencia do contrário. Até que algo aconteceu quando o vi, no passado dia 22.

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Feliz Dia Para Morrer 2 – Como se comporta a sequela?

Dia 14 foi não só o dia marcado por São Valentim para as manifestações de amor, como para a estreia da sequela de Feliz Dia Para Morrer. Quando vi o primeiro filme no cinema, uma parte de mim estava parva com a história, enquanto que a outra se contorcia a rir na sala de cinema, procurando perceber o que raio se estava a passar. E, mais importante, quem andava a matar vezes e vezes sem conta a protagonista. Com a sequela, o espanto chegou, já que se o mistério do primeiro foi resolvido, como podem fazer uma sequela e confirmar já o terceiro filme?

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Escape Room – Quando a sala de cinema nos assusta

Sim!, considero o título sensacionalista, mas muito do seu significado deve-se ao próprio conceito do filme. O das Escape Rooms que têm proliferado por todo o mundo, sempre com salas temáticas capazes de nos fazer arrancar cabelos. Nunca fui a nenhuma, mas após este filme, a vontade ressuscitou!

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AS MINHAS SÉRIES DO STREAMING – T01E04

Vivemos na era do streaming. Algo que começou com os vídeos caseiros, para passarmos para os profissionais. Após isso seguiu-se a música, as séries e os jogos. O conteúdo vai sendo vasto, e o meu vício pelas séries só aumenta. Com isto, decidi focar-me no que temos hoje e de como estes serviços de streaming, em especial a Netflix, me inspiram por meio das séries que vejo. Este será o segmento de tudo aquilo que vi, já vi ou quero ver, na Netflix! (e de outras plataformas).

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Quando não se gosta de uma série/adaptação

Vivemos na era das séries e série que são adaptações de filmes/livros. É comum. Quase que banal. Exemplos disso são as futuras adaptações das sagas Resident Evil e As Crónicas de Narnia, pela Netflix. Ou até pelas Aventuras de Sabrina, Riverdale, A Bússola Dourada pela BBC, e para a futura série baseada na saga O Senhor dos Anéis. Estes são os exemplos mais recentes, mas sabemos que o cinema está recheado deles, como o Harry Potter.

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AS MINHAS SÉRIES DO STREAMING – T01E03

Vivemos na era do streaming. Algo que começou com os vídeos caseiros, para passarmos para os profissionais. Após isso seguiu-se a música, as séries e os jogos. O conteúdo vai sendo vasto, e o meu vício pelas séries só aumenta. Com isto, decidi focar-me no que temos hoje e de como estes serviços de streaming, em especial a Netflix, me inspiram por meio das séries que vejo. Este será o segmento de tudo aquilo que vi, já vi ou quero ver, na Netflix! (e de outras plataformas).

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Crítica à animação mais esperada de sempre!

Quando há uns dois anos foi anunciada a continuação para uma das animações de maior sucesso, que o coração dos jovens da geração de 90/2000 se comoveu. Quer fosse pela nostalgia, quer pela vontade de ir ver, a animação era notória nas redes sociais e nas conversas de grupo. Afinal de contas, quem é que se esqueceu do primeiro Incríveis e da sua comédia? Ou até mesmo da mítica Edna?

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As minhas séries do streaming – T01E02

Vivemos na era do streaming. Algo que começou com os vídeos caseiros, para passarmos para os profissionais. Após isso seguiu-se a música, as séries e os jogos. O conteúdo vai sendo vasto, e o meu vício pelas séries só aumenta. Com isto, decidi focar-me no que temos hoje e de como estes serviços de streaming, em especial a Netflix, me inspiram por meio das séries que vejo. Este será o segmento de tudo aquilo que vi, já vi ou quero ver, na Netflix! (e de outras plataformas).

(inserir vídeo com introdução fixe)

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Estamos a tornar-nos num círculo? – Crítica a “O CIRCULO”

Quando saíram as primeiras notícias que a minha amada Emma Watson iria estar nesta adaptação com o Tom Hanks, o meu coração dizia: vai ver, vai ver. Com isto, o filme estreou em 2017 e, atendendo a que todas as críticas eram negativas, eu fiz aquilo que mais critico: deixá-lo para depois. E assim foi… até o ver no TVCine e o agarrar com toda a força!

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As Minhas Séries do Streaming – T01E01

Vivemos na era do streaming. Algo que começou com os vídeos caseiros, para passarmos para os profissionais. Após isso seguiu-se a música, as séries e os jogos. Então quando se fala na próxima revolução de redes móveis, o 5G, as possibilidades serão ilimitadas. Todavia, enquanto ainda temos uns meses até à chegada dessa rede, decidi focar-me no que temos hoje e de como estes serviços, em especial a Netflix, me inspirou por meio das séries que vejo. Este será o primeiro episódio de muitos de tudo aquilo que vi, já vi ou quero ver, na Netflix! (e de outras plataformas).

(inserir vídeo com introdução fixe)

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Crítica “Ralph vs Internet”

Foi a semana passada que, após conselhos do @rfl19931 e do T, o meu melhor amigo, que decidi ver o Wreck-It Ralph. Como o filme estava na Netflix, nada melhor que passar o meu tempo em Leiria com um filme da animação da Disney. Tenho de vos revelar que não me lembro da sua estreia, mas uma vez que foi lançado em 2012, assumo que não estivesse atento a esse mundo como agora. Posto isto, e após ver o primeiro filme que arrancou suspiros de nostalgia e algum conforto ridículo, em que algumas lágrimas se escaparam, fui ver o segundo.

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