O fim, do princípio…

Boa noite 🙂

É hoje! Hoje dá-se o final da 2ª Temporada nesta rubrica de novas histórias numa nova página. Foram mais de uma dezena de publicações que compuseram estas histórias baseadas na vida. Inspirada por ela e por tudo o que ela nos dá! Não poderia estar mais agradecido pelo apoio e o vosso seguimento. A sério!

Se teremos uma 3ª Temporada, muito sinceramente: não sei. Após este findar, irei vasculhar a internet e publicações antigas da minha autoria para, se se justificar, vos trazer. Mas vamos lá ao final?

Obrigado 🙂

**

Continuar a ler “O fim, do princípio…”

O Que é o Amor?

Desde sexta-feira que ando a pensar sobre este tema. Sobre escrever sobre o amor. Do que é, para mim, o amor. Do que é amar alguém. Da essência deste sentimento tão complexo, e ainda hoje, difícil de gerar consensos. Mas eu pensava, pensava e bem que fazia o pino, e todas as ideias, se desvaneciam. Mas foi com essa ideia que decidi começar este texto E porquê?

Porque percebi.

Que o amor não se define assim. Que mesmo para mim, que já criei histórias e personagens em que o romance corre no seu núcleo, definir o conceito já não é algo tão… linear?

Porque quando mais pensamos na questão, mais caímos no senso comum do que é o conceito. Do que é o sentimento.

Foi só há coisa de três anos que comecei a aprender o que é este sentimento que ou nos alimenta com uma alegria e vontade de viver inexplicável, quer nos consome, corroendo o coração partido. Sem esperança…, perdido.

Continuar a ler “O Que é o Amor?”

Outubro

DSCPDC_0003_BURST20181001165059096_COVERE chegou mais um mês de 31 dias em que, apesar das 24 horas a mais, parece que o tempo continuará a não chegar!

E é a verdade! Neste mês de setembro dei por mim a dividir as minhas 24 horas entre leituras, tempo no blog, projetos próprios dos quais não vos posso ainda falar, bem como voluntariado, uma Sociedade que surgiu e que irei falar dela quando for oportuno, e uma tese! Sim, leram bem: uma tese!

Provavelmente muitos vão achar algo super banal, ou esperado para um mestrado. Contudo, quando me inscrevi no Instituto de Serviço Social do Porto, tive sempre em mente realizar no último ano, um estágio. E porquê? Porque o mercado de trabalho o parece exigir. E não só ele, mas eu também.

Quando saímos da licenciatura temos sempre todos os sonhos do mundo. Que vai ser tudo fácil, rápido. Que iremos encontrar logo um bom emprego, que conseguiremos sair da casa dos nossos pais para, anos mais tarde, termos já a nossa família composta. Pronta para qualquer aventura que esteja ao virar da esquina. Todavia, se existe curso que nos prepara para a realidade da nossa sociedade e nos ajuda a refletir sobre a mesma, é a licenciatura de Serviço Social, assim como o mestrado em que estou.

Continuar a ler “Outubro”

A Janela

Dou por mim a olhar pela janela do meu quarto, a pensar o quanto o que vejo diante dos meus olhos, mudou. Não só as árvores, ou a erva que teimosamente cresce. Eu também!

Já não sou aquele menino que corria de um lado para o outro, a subir às árvores. A brincar na casa de madeira construída em família, e que corria com medo quando uma aranha lhe aparecia na t-shirt.

Eu agora já não subo às árvores, a não ser para roubar uns figos ao vizinho, que os deixa cair para o nosso terreno, nem a casa de madeira existe. E há medida que o tempo passa, as vontades mudam, e as aventuras que antes me enchiam o espírito, são voltadas à aventura do descobrir. Descobrir novos lugares. Novas pessoas. Novas memórias. Novos “eus”.

Mas continuo ainda a olhar pela minha janela do quarto, aquele que me viu crescer e que, possivelmente, mal mudou. Claro que as paredes deixaram de estar despidas para ostentar posters dos meus filmes preferidos, e mesmo esses, começam a ocupar um lugar na minha estante. Só os especiais. E é nesses momentos, quando penso nisso e vejo o meu pai pela janela, me apercebo deste hábito, tornado gosto, que dele veio. Pela própria coleção dele que ocupa a garagem, com clássicos como Star Wars, Alien e Indiana Jones. E não é tão engraçado como mesmo agora, esses filmes continuam? Ainda este ano saiu um do Alien, e sairá outro da Guerra das Estrelas. E, em dois anos, um do Indiana Jones, ano da conclusão da nova trilogia da Guerra das Estrelas…

Ai.

Como o tempo passa. Cresci a ver Harry Potter, e os meus Piratas das Caraíbas, apanhando a febre do Crepúsculo pelo meio. Livros esses que me fizeram descobrir o género da literatura fantástica. O “meu” género… Mas foi só com a passagem do tempo que isto aconteceu. Um claro sinal dos tempos…

Continuar a ler “A Janela”

Crítica “A Vingança Serve-se Quente” de M.J. Arlidge

DSC_0781

Real. Surpreendente. Imprevisível. Único. O melhor de Helen Grace!

É certo que ainda me faltam ler os restantes livros nesta coleção para poder afirmar que o quarto livro da saga, seja o melhor da coleção Helen Grace. Mas é! E vou já explicar-vos o porquê!

Em primeiro lugar, tenho de confessar que apesar da minha adoração por esta trama, achei o início logo muito recheado de ação. E não me interpretem mal! Foi excelente. Mas não deixa de ser duvidoso como é que uma inspetora-detetive se envolve logo no que aparenta ser um – ou múltiplos incêndios – sem antes ter qualquer tipo de intuição ou eventos passados que justifiquem a narrativa da personagem.

A questão é que funciona, não fosse a Helen Grace o prodígio da série que M.J. tão bem desenvolve em cada livro. E é isso mesmo: desenvolve. Uma palavra que tão bem podia juntar às que escolhi para iniciar a publicação. Como sabem, não gosto de vos dar spoilers. Para mim, cada um deve ser capaz de formar a sua própria opinião independentemente de uma classificação. Por isto, vou focar-me no desenvolvimento que o autor deu na história e personagens.

Se há coisa que posso classificar na escrita deste autor inglês, é de como desenvolve as suas personagens. Como nos dá a possibilidade de, ao longo do livro, ter a perceção de diferentes atores da trama, para depois desenvolver cada um desses momentos, em algo fabuloso. É muita vez com a sua escolha, que o leitor se possa perguntar porque é que o autor decidiu dar-nos um determinado ponto de vista. Mas a resposta é simplesmente uma: a atenção que dá a tudo o que acontece na vida da inspetora e do crime. Com isto, ao invés do que fazem a maior parte dos autores, que escolhem precisamente o que querem revelar, Arlidge utiliza toda a sua capacidade narrativa e cativante, para causar ao leitor o amor, o ódio, a compreensão, a ação, a dúvida e, também, o engano.

Continuar a ler “Crítica “A Vingança Serve-se Quente” de M.J. Arlidge”

Como foi escrever o “Esquecido” ? (Vídeo)

Sempre desejei conseguir escrever algo assim para vocês! Na verdade, e como sabem, tenho diversos exclusivos cá no blog sobre o livro. Falo-vos quer desde as personagens, quer à ideia, história e aos diversos problemas sociais que podem encontrar na … Continuar a ler Como foi escrever o “Esquecido” ? (Vídeo)

O (meu) teu luar

Nem no verão o frio dos lençóis desaparece. Que a sensação de solidão se abate. Não! E é assim, logo pela manhã, que olho para o meu lado. Aquele em que costumavas dormir, sabes? Que costumavas olhar-me, pela manhã, quando o … Continuar a ler O (meu) teu luar