As Mudanças na (Minha) Vida

“Há uma verdade universal que todos precisamos de aceitar, querendo ou não: tudo acabará algum dia Mesmo tendo esperado muito por este dia, eu nunca gostei de finais. O último dia do verão, o último capitulo de um livro, despedir-se de um amigo próximo. Mas finais são inevitáveis. As folhas caem. Fechas o livro. Dizes Adeus. Hoje é um desses dias para nós. Hoje dizemos adeus a tudo o que nos era familiar, a tudo que era confortável. Estamos a seguir em frente. Mas mesmo partirmos e isso doa, há pessoas que fazem tanto parte de nós que estarão connosco, não importa o que houver. Eles são o nosso chão. A nossa Estrela Polar e as vozes nos nossos corações que estarão connosco, sempre.”

Série Castle (ABC)

Quando ouvimos falar em mudança, ou sequer pensamos nela, acho que quase todos nós nos arrepiamos. Não só por fora, mas por dentro. As nossas entranhas reviram-se e ou estamos preparados para a mudança e somos sujeitos ativos para a mesma, ou então ficamos apavorados. Tolhidos no nosso canto, relutantes em mudar o que quer que seja na nossa rotina, nas nossas relações, na nossa casa… enfim!, na nossa vida.

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Outubro

DSCPDC_0003_BURST20181001165059096_COVERE chegou mais um mês de 31 dias em que, apesar das 24 horas a mais, parece que o tempo continuará a não chegar!

E é a verdade! Neste mês de setembro dei por mim a dividir as minhas 24 horas entre leituras, tempo no blog, projetos próprios dos quais não vos posso ainda falar, bem como voluntariado, uma Sociedade que surgiu e que irei falar dela quando for oportuno, e uma tese! Sim, leram bem: uma tese!

Provavelmente muitos vão achar algo super banal, ou esperado para um mestrado. Contudo, quando me inscrevi no Instituto de Serviço Social do Porto, tive sempre em mente realizar no último ano, um estágio. E porquê? Porque o mercado de trabalho o parece exigir. E não só ele, mas eu também.

Quando saímos da licenciatura temos sempre todos os sonhos do mundo. Que vai ser tudo fácil, rápido. Que iremos encontrar logo um bom emprego, que conseguiremos sair da casa dos nossos pais para, anos mais tarde, termos já a nossa família composta. Pronta para qualquer aventura que esteja ao virar da esquina. Todavia, se existe curso que nos prepara para a realidade da nossa sociedade e nos ajuda a refletir sobre a mesma, é a licenciatura de Serviço Social, assim como o mestrado em que estou.

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Como foi escrever o “Esquecido” ? (Vídeo)

Sempre desejei conseguir escrever algo assim para vocês! Na verdade, e como sabem, tenho diversos exclusivos cá no blog sobre o livro. Falo-vos quer desde as personagens, quer à ideia, história e aos diversos problemas sociais que podem encontrar na … Continuar a ler Como foi escrever o “Esquecido” ? (Vídeo)

E que tal um book-unboxing?

1Quase que consigo imaginar as vossas caras. Devem estar a pensar: o que raio foi ele fazer desta vez. O título entrega já o mote da publicação, mas tinha de o fazer. E porquê? Porque é o primeiro vídeo que faço em 4 anos. É verdade! Quando na altura escrevi O Bater do Coração, com a sua publicação em julho, usei o Facebook para um vídeo. Descontraído. Intimista, e que me apresentava àquele mundo.

O tempo passou, e isso foi esquecido, assim como o meu tempo que se viu encurtado até este ano. Com uma nova gestão a tomar conta de mim, e os diversos projetos em que me envolvi, decidi que estava na altura. Que poderia voltar a gravar um vídeo para vocês!

Classifico-o como um book-unboxing. E porquê? Porque tiro um livro dentro do seu embrulho e… pronto… o revelo. Novínho em folha! Pode parecer estúpido, eu sei. É um livro, não um telemóvel, uma máquina fotográfica, ou etc. Mas será que não merece o mesmo tratamento?

Foi com a resposta a esta pergunta que o gravei. No meu quarto, com a ajuda da minha prima, quase que assistente, filmei sobre o livro do Speed Writing. O concurso que já vos falei um punhado de vezes, e que viu o livro sair em julho.

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No café…

Encontramo-nos? Naquele café onde te vi pela primeira vez? Onde o teu olhar varria a sala, como se procurasses alguém? Alguém que teimava em não aparecer?

Encontramo-nos novamente naquele café? Aquele em que os comboios faziam tanto barulho que julgavas que, na multidão que deles desciam, estivessem que esperavas?

Encontramo-nos no café? Na mesa redonda, onde o teu olhar esmoreceu para o visor do teu telemóvel? Esperando que, de alguma maneira, ele desse sinal de vida?

Encontramo-nos? Naquele café em que o teu olhar esverdeado cruzou com o meu, na mesa oposta? Em que um sorriso parvo se formou ao ver uma réstia de natas na ponta do teu nariz? Onde ficaste tão vermelha que o telefone deixou de ser o centro das atenções?

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7 Anos

A semana passada, experimentei algo que, nos meus 22 anos, não sentira ainda… Sabem aquelas amizades que fazemos no Básico, e depois com a entrada para o Secundário, são como que perdidas? Uma perda resultante, não propriamente “do querer que … Continuar a ler 7 Anos