O fim, do princípio…

Boa noite 🙂

É hoje! Hoje dá-se o final da 2ª Temporada nesta rubrica de novas histórias numa nova página. Foram mais de uma dezena de publicações que compuseram estas histórias baseadas na vida. Inspirada por ela e por tudo o que ela nos dá! Não poderia estar mais agradecido pelo apoio e o vosso seguimento. A sério!

Se teremos uma 3ª Temporada, muito sinceramente: não sei. Após este findar, irei vasculhar a internet e publicações antigas da minha autoria para, se se justificar, vos trazer. Mas vamos lá ao final?

Obrigado 🙂

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O Que é o Amor?

Desde sexta-feira que ando a pensar sobre este tema. Sobre escrever sobre o amor. Do que é, para mim, o amor. Do que é amar alguém. Da essência deste sentimento tão complexo, e ainda hoje, difícil de gerar consensos. Mas eu pensava, pensava e bem que fazia o pino, e todas as ideias, se desvaneciam. Mas foi com essa ideia que decidi começar este texto E porquê?

Porque percebi.

Que o amor não se define assim. Que mesmo para mim, que já criei histórias e personagens em que o romance corre no seu núcleo, definir o conceito já não é algo tão… linear?

Porque quando mais pensamos na questão, mais caímos no senso comum do que é o conceito. Do que é o sentimento.

Foi só há coisa de três anos que comecei a aprender o que é este sentimento que ou nos alimenta com uma alegria e vontade de viver inexplicável, quer nos consome, corroendo o coração partido. Sem esperança…, perdido.

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A Janela

Dou por mim a olhar pela janela do meu quarto, a pensar o quanto o que vejo diante dos meus olhos, mudou. Não só as árvores, ou a erva que teimosamente cresce. Eu também!

Já não sou aquele menino que corria de um lado para o outro, a subir às árvores. A brincar na casa de madeira construída em família, e que corria com medo quando uma aranha lhe aparecia na t-shirt.

Eu agora já não subo às árvores, a não ser para roubar uns figos ao vizinho, que os deixa cair para o nosso terreno, nem a casa de madeira existe. E há medida que o tempo passa, as vontades mudam, e as aventuras que antes me enchiam o espírito, são voltadas à aventura do descobrir. Descobrir novos lugares. Novas pessoas. Novas memórias. Novos “eus”.

Mas continuo ainda a olhar pela minha janela do quarto, aquele que me viu crescer e que, possivelmente, mal mudou. Claro que as paredes deixaram de estar despidas para ostentar posters dos meus filmes preferidos, e mesmo esses, começam a ocupar um lugar na minha estante. Só os especiais. E é nesses momentos, quando penso nisso e vejo o meu pai pela janela, me apercebo deste hábito, tornado gosto, que dele veio. Pela própria coleção dele que ocupa a garagem, com clássicos como Star Wars, Alien e Indiana Jones. E não é tão engraçado como mesmo agora, esses filmes continuam? Ainda este ano saiu um do Alien, e sairá outro da Guerra das Estrelas. E, em dois anos, um do Indiana Jones, ano da conclusão da nova trilogia da Guerra das Estrelas…

Ai.

Como o tempo passa. Cresci a ver Harry Potter, e os meus Piratas das Caraíbas, apanhando a febre do Crepúsculo pelo meio. Livros esses que me fizeram descobrir o género da literatura fantástica. O “meu” género… Mas foi só com a passagem do tempo que isto aconteceu. Um claro sinal dos tempos…

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O (meu) teu luar

Nem no verão o frio dos lençóis desaparece. Que a sensação de solidão se abate. Não! E é assim, logo pela manhã, que olho para o meu lado. Aquele em que costumavas dormir, sabes? Que costumavas olhar-me, pela manhã, quando o … Continuar a ler O (meu) teu luar

No café…

Encontramo-nos? Naquele café onde te vi pela primeira vez? Onde o teu olhar varria a sala, como se procurasses alguém? Alguém que teimava em não aparecer?

Encontramo-nos novamente naquele café? Aquele em que os comboios faziam tanto barulho que julgavas que, na multidão que deles desciam, estivessem que esperavas?

Encontramo-nos no café? Na mesa redonda, onde o teu olhar esmoreceu para o visor do teu telemóvel? Esperando que, de alguma maneira, ele desse sinal de vida?

Encontramo-nos? Naquele café em que o teu olhar esverdeado cruzou com o meu, na mesa oposta? Em que um sorriso parvo se formou ao ver uma réstia de natas na ponta do teu nariz? Onde ficaste tão vermelha que o telefone deixou de ser o centro das atenções?

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7 Anos

A semana passada, experimentei algo que, nos meus 22 anos, não sentira ainda… Sabem aquelas amizades que fazemos no Básico, e depois com a entrada para o Secundário, são como que perdidas? Uma perda resultante, não propriamente “do querer que … Continuar a ler 7 Anos