Li “A Guerra dos Tronos”

Adorava que no título estivesse a palavra “toda”, já que são ainda bastantes os volumes que se seguem para que tenha, de facto, lido toda a saga de As Crónicas de Gelo e Fogo. Porém, como o primeiro livro se intitula de “A Guerra dos Tronos”, nada como vos falar do que senti ao ler a Parte 1 deste primeiro volume. Confesso que fiquei surpreso, bastante…

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O meu compromisso anual para celebrar o Dia do Livro Português

É hoje! Hoje celebrar-se o Dia do Livro Português. É triste que esteja a ser ofuscado por outro elemento que dá igualmente prazer, o cacau, mas aqui estou eu para vos lembrar. Para vos falar de como é importante celebrar este dia e dos nossos autores.

Ontem falei-vos do que é ser autor em Portugal, e tendo hoje este dia, não poderia estar mais feliz por vos mostrar o que quero fazer este ano no que toca ao livro português. Isto porque é muito bonito ter um dia para falar dos autores lusófonos, para depois os esquecer ao longo do ano. Não me parece justo, nem correto. E é por isso que vos escrevo sobre isto.

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No fim, os dois morreram

Fiquei a conhecer este livro mesmo na altura em que acabara de receber um KOBO. Estava a ver notícias ligadas ao cinema quando me dei conta de que a HBO, com o JJ Abrams, iria adaptar o livro They Both Died at the End. O presságio no título é notório. É impossível de ignorar. Mas nessa impossibilidade dei conta de como era possível haver sentidos ocultos nele. E com isto li-o entre Portugal e Espanha. Li-o numa semana, e preciso imenso de falar sobre ele!

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#THEBIBLIOPHILECLUB (Março) – A História Secreta

#TheBibliophileClub é um clube de leitura criado pela Sofia, do A Sofia WorldSónia, do By The Library, e à Lyne, do Imperium. Sendo um clube de leitura, o objetivo é estimular a leitura por diferentes categorias definidas todos os meses. Após isso vamos discutindo os temas, trocar ideias, fazendo amizades. Tudo por conta do nosso amor aos livros. Isso acontece quer pelo uso da #, da partilha no grupo do Facebook, ou ainda nos blogs de quem tem. Desta forma, o tema do mês de março é dedicado às mulheres, À leitura de livros escritos por mulheres. Mas não se fica por aqui. Fomos também desafiados a escrever sobre as mulheres que nos inspiram! Sendo este um blog dedicado praticamente em exclusivo à escrita, irei falar-vos da escritora que mais me inspira e o seu como e porquê. Este último desafio farei em separado e muito em breve…

Mas posta a introdução mensal, o livro escolhido foi o da já vencedora de um prémio Pulitzer: Donna Tart, com o livro publicado em 2015, com a sua primeira publicação em 1992.

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Verity – O thriller indie da Colleen Hoover

Estamos em dezembro e o meu feed do Twitter parece desinteressante. Perco mais tempo por lá até algo me chamar à atenção. É da minha amada Colleen Hooveer. Anuncia que vai sair um novo livro (terceiro do ano), em dezembro. O meu coração chora, grita, salta. Desesperado. Começo a perceber que só estará disponível em ebook e pela Kindle. Morro um bocadinho… Mas a solução chegou a final de janeiro e início de fevereiro. E foi com ela que li este livro publicado pela própria autora e o seu primeiro thriller.

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Filhos de Sangue e Osso – Como é este livro épico?

Foi pelo natal que o Ricardo me ofereceu este livro. Andava farto de o ver pelas redes sociais de colegas bloggers, pelo que a curiosidade aumentava. O mesmo quando o pegava numa Bertrand ou Fnac, com o seu peso e capa a atrair a minha atenção. Porém tinha receio. Ao tempo que não começava nenhuma saga. Tenho lido mais livros isolados que aqueles que precisam de continuação. Com isto, quando acabei de ler Filhos de Sangue e Osso, o que senti foi uma autêntica surpresa.

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#THEBIBLIOPHILECLUB (Fevereiro) – O Amor

Fevereiro chegou, e com ele um novo tema para o #TheBibliophileClub . Aquele clube de leitura fantástico que aderir no final do ano passado. Tendo o mês de janeiro trazido o tema dos livros de auto-ajuda, em que li o mais recente publicado pela famosa autora J.K. Rowling, foi altura de mergulhar no tema deste mês. Curiosos?

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“Seja o que for o Amor” – Crítica ao livro da Sofia Costa Lima

Já vos falei por diversas vezes da Sofia. Ela, como autora e criadora de conteúdos no seu blog, o A Sofia World, foi, na verdade, uma das minhas múltiplas inspirações. É verdade! Não só como motivação escrita, mas também como motivação para o blog. Conhecendo a sua escrita online, e até já com uma pitada dos seus trabalhos mais recentes, quis ler um dos seus primeiros livros. Queria desesperadamente ver, e ler, como é que esta jovem evoluiu. E acreditem, fiquei surpreendido!

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#TheBibliophileClub (Janeiro) – Os Fracassos

Eu julgo que estou maluco. Muito porque tinha a ideia de já vos ter falado do #TheBibliophileClub mas não conseguir encontrar a publicação respetiva. E sinto-me tão, mas tão frustrado. Mas como mais vale tarde que nunca, vou aqui falar desta brilhante iniciativa e do livro que escolhi para começar a mesma. Curiosos?

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2018: Crítica ao último livro do ano

A minha aquisição deste livro remonta a Feira do Livro do Porto. Foi logo após o 4º Encontro de Youtuber e Autores, em que eu com outras youtubers e booktubers fomos fazer um passeio pelos diversos stands. Ao encontrar este livro pelo preço de 10€ (quando no stand da editora estava a quase 18€), não hesitei. Em especial por este ano ter definido ler mais livros a tender para o terror…

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A minha estante!

Hoje vou dar-vos a conhecer a minha estante. A estante principal, claro está, já que qualquer leitor tem sempre livros espalhados pela casa ou, até mesmo, emprestados. Como tenho sempre comentários de pessoas que gostam dela, hoje vou falar-vos de como a mantenho organizada. Após isso, quero eu conhecer as vossas! Pode ser?

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Em primeiro lugar vou pedir desculpa pela qualidade da fotografia. A verdade é que os dias estão bem escuros para Leiria pelo que obter aquela luz natural que faça dar cor e definição aos pixeis, estava complicado.

Mas vamos lá conhecer!

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“Um De Nós Mente” – Crítica

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Sempre ansiei por ler este livro. A capa foi a primeira coisa que vi a atrair-me, seguida do seu título e das suas promessas. A história também, assim como as personagens únicas que me aliciavam. Todavia, o livro falhou, para mim, em entregar aquilo que pretendia…


Não me levem a mal. A história é única e com contornos fascinantes e que abordam temas muito importantes como a depressão, as redes sociais, a opinião da sociedade, assim como certos temas tabus como a toxicodependência e homossexualidade. Todavia, e apesar da credibilidade em cada uma destas histórias, era notório na primeira parte do livro, de que nenhum dos quatro tinha cometido o crime. E, se dissecarmos o título, todos eles mentiam, na verdade.

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Crítica “Minutos de Histórias”

    Olá!!! Lembram-se de vos ter falado do concurso Speed Writing e do livro unboxing que fiz? Pois bem, após terminar a leitura deste livro, deixo-vos o que achei das suas 120 páginas.   Aquilo que mais destaco neste livro é, sem dúvida, a capacidade que diferentes autores tiverem em construir histórias em contra relógio, e muitas delas nem por eles começado. Sem dúvida que é fantástico ler como apesar das diferenças, se conseguiu sempre manter a mesma linha de quem iniciava essa narrativa. Todavia, não posso deixar que fiquei desiludido com o género de comédia, sendo que as … Continuar a ler Crítica “Minutos de Histórias”

Crítica a “All Your Perfects” de Colleen Hoover

Verídico. Emocional. Dramático. Romântico. Profundo. Inesquecível.

71LSlUf05FLQuando este verão mandei vir do Reino Unido o livro publicado pela CH o ano passado – Without Merit -, saberia que eventualmente, meses mais tarde, teria de fazer o mesmo com o romance que ela preparou para o ano corrente. A TopSeller em Portugal parece não ter mais interesse nesta autora formidável, pelo que não tive opção se não esperar 10 penosos dias, até ter o All Your Perfects, publicado em agosto, e que agora ganha a sua primeira crítica em português de Portugal!

Se conhecem a autora, e a crítica antiga, sabem como esta retrata nos seus romances, problemas da vida quotidiana. E que tão bem que ela o faz! Como não gosto de vos dar spoilers da história, vou tentar chegar rapidamente ao fundo da questão.

Em primeiro lugar, tenho de falar das personagens apaixonantes. Se em livros anteriores tivemos um grande roll de personagens, este livro o grande foque são mesmo os protagonistas. É certo que temos uma mãe e irmãos à mistura. Todavia, o grande foco é o casal: Quinn e Graham! E que casal este. A história está brilhantemente dividida entre o Passado e o Presente. E se isto nos dá alguns nervos por querermos saber rapidamente o que está a acontecer no Presente, é também propício a momentos de lágrimas nos olhos. De coração apertado, ao ver como uma história tão apaixonante e forjado numa tragédia, resulta num casamento que se está a perder…

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Crítica “A Vingança Serve-se Quente” de M.J. Arlidge

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Real. Surpreendente. Imprevisível. Único. O melhor de Helen Grace!

É certo que ainda me faltam ler os restantes livros nesta coleção para poder afirmar que o quarto livro da saga, seja o melhor da coleção Helen Grace. Mas é! E vou já explicar-vos o porquê!

Em primeiro lugar, tenho de confessar que apesar da minha adoração por esta trama, achei o início logo muito recheado de ação. E não me interpretem mal! Foi excelente. Mas não deixa de ser duvidoso como é que uma inspetora-detetive se envolve logo no que aparenta ser um – ou múltiplos incêndios – sem antes ter qualquer tipo de intuição ou eventos passados que justifiquem a narrativa da personagem.

A questão é que funciona, não fosse a Helen Grace o prodígio da série que M.J. tão bem desenvolve em cada livro. E é isso mesmo: desenvolve. Uma palavra que tão bem podia juntar às que escolhi para iniciar a publicação. Como sabem, não gosto de vos dar spoilers. Para mim, cada um deve ser capaz de formar a sua própria opinião independentemente de uma classificação. Por isto, vou focar-me no desenvolvimento que o autor deu na história e personagens.

Se há coisa que posso classificar na escrita deste autor inglês, é de como desenvolve as suas personagens. Como nos dá a possibilidade de, ao longo do livro, ter a perceção de diferentes atores da trama, para depois desenvolver cada um desses momentos, em algo fabuloso. É muita vez com a sua escolha, que o leitor se possa perguntar porque é que o autor decidiu dar-nos um determinado ponto de vista. Mas a resposta é simplesmente uma: a atenção que dá a tudo o que acontece na vida da inspetora e do crime. Com isto, ao invés do que fazem a maior parte dos autores, que escolhem precisamente o que querem revelar, Arlidge utiliza toda a sua capacidade narrativa e cativante, para causar ao leitor o amor, o ódio, a compreensão, a ação, a dúvida e, também, o engano.

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