A minha memória favorita da infância

Quando tive a ideia para esta publicação, parte de mim ficou contente por saber que iria ficar por uns tempos como rascunho. Mas o tempo passou e dei-me conta de que agora, com o findar do ano, estava na altura de eu próprio refletir sobre a minha memória favorita e de como isso me moldou enquanto escritor. Porque sim, isso aconteceu!

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Adeus, facto nº 13: Parti o dedo do pé!

Está comprovado que a escrita ajuda no processo de cura. Quer seja este psicológico, quer físico. É por esta razão que vos escrevo este post, já que para além da estupidez que foi esta peripécia, surge após vos ter revelado que nunca parti nada. Pois bem, esse facto sobre mim, passou no dia 11 de novembro, à história!

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As Mudanças na (Minha) Vida

“Há uma verdade universal que todos precisamos de aceitar, querendo ou não: tudo acabará algum dia Mesmo tendo esperado muito por este dia, eu nunca gostei de finais. O último dia do verão, o último capitulo de um livro, despedir-se de um amigo próximo. Mas finais são inevitáveis. As folhas caem. Fechas o livro. Dizes Adeus. Hoje é um desses dias para nós. Hoje dizemos adeus a tudo o que nos era familiar, a tudo que era confortável. Estamos a seguir em frente. Mas mesmo partirmos e isso doa, há pessoas que fazem tanto parte de nós que estarão connosco, não importa o que houver. Eles são o nosso chão. A nossa Estrela Polar e as vozes nos nossos corações que estarão connosco, sempre.”

Série Castle (ABC)

Quando ouvimos falar em mudança, ou sequer pensamos nela, acho que quase todos nós nos arrepiamos. Não só por fora, mas por dentro. As nossas entranhas reviram-se e ou estamos preparados para a mudança e somos sujeitos ativos para a mesma, ou então ficamos apavorados. Tolhidos no nosso canto, relutantes em mudar o que quer que seja na nossa rotina, nas nossas relações, na nossa casa… enfim!, na nossa vida.

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31 Coisas Que Não Sabes Sobre Mim – Parte I

Hoje trago-vos uma publicação que já está pensada há algum tempo. Confesso que estava reticente à sua realização, mas após ser inspirado pela Sofia Costa Lima (autora que já participou no segmento de “Conversa entre Autores”), compreendi a importância de uma publicação deste género. De que vocês me consigam conhecer melhor e até compreender de que forma estes pontos me motivam enquanto escritor e nas histórias que vos conto, ou até mesmo nos conteúdos que aqui partilho.

Quando comecei a escrever, tudo o que tinha era o título com o número 10. Após isso, passou para 20, e depois para 26. Cheguei à conclusão que alguns pontos poderiam ser por mim usados noutro post pelo que os apaguei. Com isto, fui escrevendo e lembrei-me de outros pontos que poderia incluir aqui. Com isto, passei para 31 pontos. Bizarro! Eu sei! Por isso, decidi dividir o post para vosso conforto. Posto isto, vamos lá conhecer-me um bocadinho mais. Prontos? Não vale rir!

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Tenho um segundo nome

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A Vida do Espera

Hoje trago-vos um tema diferente. Um pelo que, talvez, esperavam. Talvez quase batido na blogosfera, mas impossível para mim de ser ignorado. Por isso, vou começar mesmo pelo início…

Esperamos nove meses para nascer, aconchegados no ventre de nossas mães, para depois esperarmos para aprender a rastejar, gatinhar, falar e fazer os primeiros disparates. Esperamos igualmente pelos primeiros presentes, pela primeira desilusão, para depois esperarmos para ultrapassar a nossa vergonha. A espera para entrar na Creche não costuma ser muita, já que a vontade não depende de nós. Mas lá vamos, relutantes. À espera de encontrarmos medos que julgavamos não acontecer, muito pela falta de noção de que os nossos pais se nos deixam lá, irão voltar. A falta de segurança.

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O fim, do princípio…

Boa noite 🙂

É hoje! Hoje dá-se o final da 2ª Temporada nesta rubrica de novas histórias numa nova página. Foram mais de uma dezena de publicações que compuseram estas histórias baseadas na vida. Inspirada por ela e por tudo o que ela nos dá! Não poderia estar mais agradecido pelo apoio e o vosso seguimento. A sério!

Se teremos uma 3ª Temporada, muito sinceramente: não sei. Após este findar, irei vasculhar a internet e publicações antigas da minha autoria para, se se justificar, vos trazer. Mas vamos lá ao final?

Obrigado 🙂

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Outubro

DSCPDC_0003_BURST20181001165059096_COVERE chegou mais um mês de 31 dias em que, apesar das 24 horas a mais, parece que o tempo continuará a não chegar!

E é a verdade! Neste mês de setembro dei por mim a dividir as minhas 24 horas entre leituras, tempo no blog, projetos próprios dos quais não vos posso ainda falar, bem como voluntariado, uma Sociedade que surgiu e que irei falar dela quando for oportuno, e uma tese! Sim, leram bem: uma tese!

Provavelmente muitos vão achar algo super banal, ou esperado para um mestrado. Contudo, quando me inscrevi no Instituto de Serviço Social do Porto, tive sempre em mente realizar no último ano, um estágio. E porquê? Porque o mercado de trabalho o parece exigir. E não só ele, mas eu também.

Quando saímos da licenciatura temos sempre todos os sonhos do mundo. Que vai ser tudo fácil, rápido. Que iremos encontrar logo um bom emprego, que conseguiremos sair da casa dos nossos pais para, anos mais tarde, termos já a nossa família composta. Pronta para qualquer aventura que esteja ao virar da esquina. Todavia, se existe curso que nos prepara para a realidade da nossa sociedade e nos ajuda a refletir sobre a mesma, é a licenciatura de Serviço Social, assim como o mestrado em que estou.

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