As Críticas

CRÍTICA ALEXANDRA CUNHA – VIA FACEBOOK

Parabéns Diogo Simões! Um livro envolvente, com temas sensíveis e que capta o leitor até à última página!

CRÍTICA LETÍCIA BRITO – 5 ESTRELAS

Comecei a leitura do Esquecido e fiquei rendida logo nas primeiras páginas. O Diogo apresenta-nos uma narrativa bem construída, coerente e pensada ao pormenor. Carregada de suspense da primeira à última página! A sua linguagem é concisa e bastante direta.
O Diogo construiu personagens reais, consistentes e muito intensas, que nos cativam, com quem facilmente criámos empatia, que nos emocionam em muitos momentos da leitura e nos chocam em outros tantos.
Esquecido acompanha a história do jovem Duarte Mota que após se ver envolvido num acidente de automóvel, perde quatro anos de memória. A pergunta que se impõe é «E se perde quatro anos de memória?», uma questão bastante pertinente, sendo que o autor constrói uma narrativa bastante fidedigna e o mais próximo possível da realidade.
Ao acordar e perceber que as memórias de quatro anos da sua vida desapareceram, Duarte entra num remoinho de emoções e sentimentos. O mundo que julgava conhecer, está mudado. Em quem poderá Duarte confiar? É neste ambiente de redescoberta e mistério que toda a narrativa se constrói.
Duarte vê-se envolvido numa investigação de um esquema de drogas, com duas namoradas Filipa e Catarina, distante do pai que violentava a mãe, e para além de ter de encarar tudo isto, tem de lidar com a perda do melhor amigo.
Este livro trata de temas desde sempre atuais, como a violência doméstica, as drogas, a homossexualidade e a paixão pela arte, sim, porque o Duarte é um artista, e a noite fatídica que lhe roubou as memórias, era também o «começo» de uma grande carreira da qual Duarte não se consegue lembrar inteiramente.
Em suma, temos aqui um livro de um jovem autor português ao nível dos grandes best-sellers internacionaisUm livro intensoCru. Onde nada é o que parece e onde o suspense se mantém até ao final. Quando acreditamos que desvendamos o mistério, o Diogo mostra-nos que ele ainda está apenas a começar.
Uma intensidade que só senti quando li A Rapariga no Comboio ou A Filha do Pântano, com a vantagem de ser nacional e ser muito melhor!

CRÍTICA VANDA LUCAS – VIA FACEBOOK

Acabei agora o teu livro, queria dizer-te que gostei muito. Manteve me agarrada, e a querer sempre mais, do inicio até ao fim, desta historia do Duarte. Consegui em muitos momentos, visualizar pessoas, locais e situações. O enredo da historia está muito bem conseguido, uma evolução enorme em relação ao livro anterior. Um livro que compraria em qualquer livraria. Parabéns, senti um grande orgulho ao ler “Esquecido”.

 

CRÍTICA ARNALDO RODRIGUES – VIA INSTAGRAM

Quando se chega ao final deste livro ficamos com a certeza que ele nunca será Esquecido. Parabéns Diogo Simões pela construção desta obra.

NOVA CRÍTICA DE PEDRO MARQUES (GOODREADS) – 5 ESTRELAS

Estória impressionante. Lê-se duma só penada! Emocionante! Quantas vezes me vieram lágrimas aos olhos – no reencontro do Pai Carlos com o Filho Duarte na nova casa da Ana e o Pedro; no discurso fúnebre do Duarte ao Amigo/Irmão Olívio; no remomerar de alguns pormenores da relação entre o Duarte e a Catarina ou até o suspense gerado pelo avizinhar-se do deslinde da quadrilha de traficantes de droga… Nada mau para um jovem Escritor! Parabéns! Venham mais Estórias, mais Livros!

CRÍTICA SOFIA COSTA LIMA (GOODREADS) – 4 ESTRELAS

A primeira coisa em que pensei quando li a sinopse de Esquecido foi: como é que seria perder a memória dos últimos quatro anos? Isto porque essa é a premissa do mais recente livro do Diogo Simões: Duarte tem um acidente de carro e, quando acorda, perdeu a memória dos últimos quatro anos, pelo que acha que ainda tem 15 anos e não faz ideia de como a vida dele mudou nos anos que, agora, parecem perdidos.
O meu primeiro contacto com a escrita do Diogo aconteceu em Março, tal como vos contei na altura, e a primeira coisa que posso dizer-vos é que se nota alguma evolução na forma como a história é construída. Este livro é narrado por duas personagens, alternadamente: o Duarte, que tem o acidente, e a Ana, a mãe do Duarte. Por um lado, acompanhamos o Duarte nos primeiros dias a seguir ao acidente, sem memória e a esforçar-se por se recordar de quem é no presente. Por outro, temos a mãe do Duarte e a forma como ela lida com o acidente e com as consequências do mesmo.
Além do Duarte e da Ana, temos a Filipa (namorada do Duarte) e a Catarina (melhor amiga), a Cátia, que é a irmã, o Olívio, o Pedro, o pai do Duarte, o Ricardo, mais um amigo do Duarte. Gostei da dinâmica Duarte – Ricardo, que só se nota mais para o final da história. Confesso que, ali a certo ponto, quase torci para que no final houvesse um grande plot twist e eles ficassem juntos. Não houve, não há aqui nenhum spoiler. Aquilo que vai acontecendo, isso sim, é percebermos que o acidente é apenas uma pequena parte daquilo em que Duarte está envolvido
O Diogo tem uma boa capacidade de criar mistério e de deixar os leitores a imaginar o que virá, o que dá logo vontade de continuar a ler, página após página. Em contrapartida, não gostei tanto de ler as partes narradas pela Ana. Senti que, muitas vezes, não acrescentavam muito à narrativa ou serviam apenas para nos contar alguma informação à qual íamos ter acesso depois. Fora isto, o Diogo faz parte de uma nova geração de escritores portugueses e, como é óbvio, para esta nova geração há muitas coisas que são diferentes e muitos escritores não têm propriamente tempo de antena para ver os seus trabalhos promovidos por isso, para mim, é muito importante poder dar-vos a conhecer um livro destes, do qual se calhar não ouviram falar antes, mas que merece a vossa atenção. Agora digam-me: o que fariam se perdessem quatro anos de memórias?

CRÍTICA PEDRO MARQUES (GOODREADS) – 5 ESTRELAS

Estória impressionante. Lê-se duma só penada! Emocionante! Trama bem construída. Parabéns!

CRÍTICA SARA LOPES (VIA FACEBOOK)

Bem, ainda nem sei bem o que dizer relativamente a este livro!
Estou completamente emocionada com o que li.
Este é um livro que despertou em mim, e tenho a certeza que vai despertar em qualquer leitor, uma avalanche de sentimentos. 
Fez-me querer saber sempre mais e mais. Dei por mim a querer soltar uma lágrima e ao mesmo tempo a rir com toda a história.
Não existe melhor escolha de leitura, quer de verão ou inverno!
Um livro que nos transporta para uma realidade pela qual ninguém quer passar.
Obrigada por me dares esta oportunidade de leitura!

CRÍTICA TIAGO (LOJA ONLINE CORDEL D´PRATA) – 5 ESTRELAS

É um livro maravilhoso, com uma escrita muito envolvente. Fiquei estarrecido com a velocidade dos acontecimentos. É sem dúvida um turnpage!

CRÍTICA ROY (GOODREADS) – 5 ESTRELAS

Um livro muito bem escrito! Uma narrativa fluída e interessante com a dose certa de suspense. Gostei muito!

CRÍTICA RICARDO (GOODREADS) – 5 ESTRELAS

Esquecido.. Que dizer sobre um livro que é simplesmente apaixonante? Esquecido faz-nos pensar exatamente no quanto a memória e a falta dela nos afeta. É um livro memorizante e bastante complexo de entender ao início mas tem uma qualidade que muitos não têm! A capacidade de sugar-nos para o meio da história e fazer como que nos apaixonemos cada vez mais pelas personagens!

Muitos parabéns ao autor! É motivo de orgulho e mal posso esperar pelo próximo!

CRÍTICA ANA RAPOSO (GOODREADS) – 4 ESTRELAS

Esquecido” é um livro que se encontra muitíssimo bem escrito, com ideias brilhantes, cenas fortes e emotivas. Relata uma história de perdas, redescobrimento do “eu”, amor, mas sobretudo de coragem e resiliência.
Não foi o primeiro livro que li deste autor e, como de costume, impressionou-me pela positiva. Estamos perante um autor em ascenção, ainda com um longo percurso pela frente, estando certa que se encontra no caminho correto para se tornar brilhante.

CRÍTICA MARLENE (GOODREADS) – 5 ESTRELAS

O “Esquecido” é um livro surpreendente, que cativa o leitor a cada página, imaginando ele próprio cada detalhe e cada incerteza do passado, presente e futuro vivido pela personagem.
É um livro que tem tudo, ação, amor e mistério,
Considero que seja até mais que um simples livro e uma simples história…. É uma lição de vida.