Uma aventura pelo percurso nº4

Estamos na sexta-feira, quase a acabar o mês, e não podia deixar de vos trazer algo diferente. Uma aventura. Foi na terça-feira da passada semana que, tanto eu, como a minha amiga Nelly, partimos na aventura de realizar um dos mais de quinze percursos pedestres de Leiria. Estando todos devidamente sinalizados, nada poderia correr mal, ou poderia?

Acabamos por escolher o Percurso 4 – Nascente do Rio Lis. O dia estava quente, pelo que nada melhor que andar por meio da serra e da floresta, sempre com uma fantástica vista para as povoações circundantes. O caudal do rio, esse, está sempre seco por esta altura. Porém, a nossa vontade em explorar este caminho pedestre era tanta, que nem nos importamos com isso. Afinal de contas, quando tínhamos 10 Km pela frente, onde haveria lugar para pensar noutras coisas?

Claro que rapidamente compreendemos como as subidas pelas encostas eram bastante acentuadas, e se não fosse a água que ambos leváramos, muito provavelmente perderíamos força para percorrer os cerca de 5 Km que nos levaram até às torres eólicas. O calor, nesta altura, também não nos ajudou, contribuindo para um enorme esforço que acaba por ser compensado pela boa-disposição e paragens para tirar algumas fotografias.

Recomendações do Quase Perito

A vista é soberba, e o encontro com a natureza e o seu silêncio levou a que tudo valesse a pena. O percurso bem tem as notas de como é difícil pelo esforço, todavia, tenho algumas dicas que vos poderão ser úteis no caso de se quererem aventurar:

Sinalização de Pequenas Rotas (via FCMP)
  1. Verifiquem se as condições meteorológicas são as ideais;
  2. Avisem aos vossos familiares e/ou amigos da caminhada que vão fazer;
  3. Levem, pelo menos, dois cantis de água (o plástico poderá não ser o melhor amigo para manter a água fresca – e não polui tanto);
  4. Alguma comida também é recomendada, especialmente pelas longas subidas;
  5. A sensivelmente meio caminho da subida, existe um atalho de 600 m, o percurso 4.1, e que intersectar a meio do caminho da descida. Poderá ser recomendado para quem estiver mais cansado ou não se veja nas condições de subir mais. Poderá parecer que o pior passou, mas acreditem: não aconteceu!;
  6. Tenham atenção às horas a que começam o percurso. A descida é no meio da floresta, pelo que é recomendado ser feito quando o sol ainda brilha alto;
  7. Este percurso pode ser feito de forma inversa, pelo que é importante terem em atenção ao mapa presente no site já mencionado em cima. O ideal é guardarem imagem no vosso telemóvel. Existem algumas partes do caminho cuja perda de rede acontece, pelo que assim estarão sempre preparados;
  8. Tomem nota e atenção à sinalização do caminho: pode estar em marcadores próprios, como postes de eletricidade, pedras ou árvores. A sinalização é a como presente na imagem acima;
  9. Podem ir em grupo, mas sejam bem organizados, especialmente pelo trilho na floresta ser sinuoso.

Foi um percurso fabuloso e, claro, a companhia não podia deixar de ajudar. Rimos, sofremos e ficamos radiantes com o esforço que conseguimos dar a nós mesmos para realizar a caminhada. Se são amantes da natureza e de caminhadas, sem dúvida que irão adorar.

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