Quando entrevistas não correm como esperado…

É comum os autores expressarem-se melhor com a palavra escrita – ou assim gosto de pensar – do que com a verbal. Há muita coisa sempre em questão e o conforto de um teclado acaba por ser das melhores coisas. Claro que isto vai-se alterando à medida que vamos – que vou – crescendo. Com isto, é comum em entrevistas os nervos aparecerem. Como vamos falar da nossa história? Como a vamos promover quando tudo o que pensámos é na sua essência e no que representa? Como vamos responder a perguntas de inspiração, quando muitas das vezes não temos resposta concreta a essa questão?

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