A história do Júnior!

Foi a 11 de outubro que, após ter visto a ideia no Pinterest, decidi partilhar com vocês um bocadinho da história do Júnior e de como ele chegou à nossa família. Ah, e sim, o Júnior é um cão. Um cão diabólico!

Ok, ele não é o Diabo na terra em quatro patas. Mas é o animal mais irrequieto e brincalhão à face da terra. Mas vamos lá começar do início, sim? 

O Kiko

O Júnior chegou até à nossa família (temos três casas juntas, e temos assim terreno conjunto, o que faz com que ele seja de todos nós) um ano após o falecimento do nosso anterior melhor amigo. O Kiko será sempre eterno, e nunca me vou esquecer do que foi ir buscar o seu corpo, rígido, frio e com sangue numa rua aqui perto, quando numa noite saiu para o exterior e foi atropelado. A dor foi muita. Não só para nós, mais novos, como para os adultos que sabiam a responsabilidade e emoção envolvida. Com isto, só após um ano é que voltamos a ter um novo amigo de quatro patas. O Júnior:

Veio para o nosso seio  por meio de uma conhecida da minha prima e com apenas três meses. Duas semanas depois caiu e partiu logo a pata. Algo bastante caricato e que nos levou a descobrir o quão custoso uma ida ao veterinário pode ser. Apesar de irrequieto, levava sempre os mimos quer da minha parte, quer do meu irmão, prima, a irmã da prima e o irmão destas primas. Claro que também de todos os elementos adultos. Resultado: começou a aprender a mordiscar para agradecer, brincar e tudo o que faz. Com isto foi crescendo, ficando no dinossauro/esfregona peludo que anda pelo terreno. Não se livrou, contudo, de uma tosquiadela que já começou a ser habitual.

Em suma: é um belo traquina, típico cão que é ele que nos passeia, não nós. Adora festas e ladrar sempre que não lhe damos atenção. Quando vê um portão aberto para a rua, aí vai ele. E pensam que apanhá-lo é fácil? O meu pai é, sem dúvida, o que mais respeito lhe impôs. Ou seja, obedece-lhe de forma melhor do que a nós, aos mais novos. 

Adorava que o vissem com o pelo mais curto, mas como devem de imaginar, não é fácil tirar-lhe fotografias. Até o podemos fazer, mas é certo que o telemóvel leve com um belo linguado da sua parte. Isto se ele não o destruir, como fez ao abrigo que lhe fizemos, ou aos tapetes, ou bolas, ou pratos. Também pode dar-se o caso de a minha avó andar pela horta e ele lhe roubar os pepinos ou os tomates. Animação é coisa que não nos falta!

Com isto são muitas as peripécias que temos com ele, sendo a melhor quando temos de o levar a algum lado de carro. Definitivamente não é boa ideia, já que é mais provável que ele acabe a arrastar-nos para fora do carro… pela janela!

E vocês? Têm animais de estimação? Qual a melhor história/memória que têm dele/s? Quero tanto conhecê-los!

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