O Caderno do Diogo: Como Chegar à Criação da História?

Antes de se começar a escrever, é importante perceber aquilo que queremos contar. Qual é o propósito da ideia que nos fervilha na cabeça? O que é que envolve? Quais são as suas personagens?

São muitas as perguntas que temos na cabeça e que devemos responder. Mas antes disso, é importante também falarmos da prática e de como o podemos fazer. E é disso que vos falarei hoje!

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Leiria em 12H

Esta é, talvez, das publicações mais difíceis de vos escrever. E talvez seja mesmo por essa razão que esteve tanto tempo nos rascunhos, esperando a sua vez. Mas estava na altura. Leiria é a minha cidade, onde cresci e criei memórias inesquecíveis. Assim, estava na altura de vos oferecer no meu blog um roteiro para a mesma. Preparados?

Irei basear-me em percursos que fiz assim como de fotografias que tirei.

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A minha memória favorita da infância

Quando tive a ideia para esta publicação, parte de mim ficou contente por saber que iria ficar por uns tempos como rascunho. Mas o tempo passou e dei-me conta de que agora, com o findar do ano, estava na altura de eu próprio refletir sobre a minha memória favorita e de como isso me moldou enquanto escritor. Porque sim, isso aconteceu!

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A minha estante!

Hoje vou dar-vos a conhecer a minha estante. A estante principal, claro está, já que qualquer leitor tem sempre livros espalhados pela casa ou, até mesmo, emprestados. Como tenho sempre comentários de pessoas que gostam dela, hoje vou falar-vos de como a mantenho organizada. Após isso, quero eu conhecer as vossas! Pode ser?

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Em primeiro lugar vou pedir desculpa pela qualidade da fotografia. A verdade é que os dias estão bem escuros para Leiria pelo que obter aquela luz natural que faça dar cor e definição aos pixeis, estava complicado.

Mas vamos lá conhecer!

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O Direito a Brincar

São muitas as vezes que me dou conta de pensar nisto, sendo que em cada uma delas, surge-me sempre uma grande revolta. Por isso, hoje, no Dia Internacional dos Direitos das Crianças, achei por bem desabafar com vocês todo o turbilhão que vai dentro de mim.

Nos dias de hoje assisto a uma sociedade crítica. Que não consegue reagir em concordância quando outros dão a sua opinião. E é certo que estamos numa sociedade de direito democrático, mas quando as opiniões que se manifestam nas redes sociais e que depois transgridem para a vida corrente não são fundamentadas, críticas ou mesmo construtivas, parte de mim quebra-se. Quando o assunto são as nossas crianças, a juventude, ainda mais.

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